Mostrando postagens com marcador ele. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ele. Mostrar todas as postagens
12 de jul. de 2011
Walking Around - Pablo Neruda
Walking Around - Pablo Neruda
Sucede que me canso de ser hombre.
Sucede que entro en las sastrerías y en los cines
marchito, impenetrable, como un cisne de fieltro
Navegando en un agua de origen y ceniza.
El olor de las peluquerías me hace llorar a gritos.
Sólo quiero un descanso de piedras o de lana,
sólo quiero no ver establecimientos ni jardines,
ni mercaderías, ni anteojos, ni ascensores.
Sucede que me canso de mis pies y mis uñas
y mi pelo y mi sombra.
Sucede que me canso de ser hombre.
Sin embargo sería delicioso
asustar a un notario con un lirio cortado
o dar muerte a una monja con un golpe de oreja.
Sería bello
ir por las calles con un cuchillo verde
y dando gritos hasta morir de frío
No quiero seguir siendo raíz en las tinieblas,
vacilante, extendido, tiritando de sueño,
hacia abajo, en las tapias mojadas de la tierra,
absorbiendo y pensando, comiendo cada día.
No quiero para mí tantas desgracias.
No quiero continuar de raíz y de tumba,
de subterráneo solo, de bodega con muertos
ateridos, muriéndome de pena.
Por eso el día lunes arde como el petróleo
cuando me ve llegar con mi cara de cárcel,
y aúlla en su transcurso como una rueda herida,
y da pasos de sangre caliente hacia la noche.
Y me empuja a ciertos rincones, a ciertas casas húmedas,
a hospitales donde los huesos salen por la ventana,
a ciertas zapaterías con olor a vinagre,
a calles espantosas como grietas.
Hay pájaros de color de azufre y horribles intestinos
colgando de las puertas de las casas que odio,
hay dentaduras olvidadas en una cafetera,
hay espejos
que debieran haber llorado de vergüenza y espanto,
hay paraguas en todas partes, y venenos, y ombligos.
Yo paseo con calma, con ojos, con zapatos,
con furia, con olvido,
paso, cruzo oficinas y tiendas de ortopedia,
y patios donde hay ropas colgadas de un alambre:
calzoncillos, toallas y camisas que lloran
lentas lágrimas sucias.
2 de jul. de 2011
Jim Morrison
"A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas uma criança e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo… e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las." Jim Morrison
4 de fev. de 2011
30 de dez. de 2010
I LOVE YOU, JIM CARREY
I love you, Philip Morris
Truman Show
Cine Majestic
Eternal Sunshine of the spotless mind
28 de dez. de 2010
15 de dez. de 2010
9 de dez. de 2010
30 de set. de 2010
Bob Dylan no cinema
No Direction Home - Martin Scorsese
I'm Not There - Todd Haynes
Factory Girl - George Hickenlooper
19 de set. de 2010
10 de set. de 2010
4 de set. de 2010
29 de ago. de 2010
24 de ago. de 2010
Impávido que nem Mohammed Ali
depois dessa só mesmo vendendo churrasqueira elétrica.
25 de mar. de 2010
Bush e a sua "MÃO LIMPA"
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro da tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Enterro da tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
Augusto dos Anjos
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem que, nesta terra miserável,
Mora entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
Augusto dos Anjos
3 de jan. de 2010
Isso é uma vergonha!!!
BORIS CASOY, VOCÊ É UMA VERGONHA!!!!
Não peça desculpas, peça pra sair!!!http://www.youtube.com/watch?v=f_E4j7vi3js&feature=player_embedded
15 de dez. de 2009
1 de dez. de 2009
Pobre Robin Williams
Mr.Williams,
Não me causou nenhuma perplexidade a sua "brincadeirinha"
sobre o Brasil naquele programinha da TV americana.
Não mais do que quando você serviu de
GAROTO PROPAGANDA DO BUSH na INVASÃO AO IRAQUE.
Tudo bem que você é viciado em álcool e cocaína
e já foi internado, por vezes,
em clínicas para tratamento
de dependes químicos.
Esse não é o problema.
O problema é que você preferiu a piada em detrimento dos fãs brasileiros.
Que pena Mr. William!!!
Não me causou nenhuma perplexidade a sua "brincadeirinha"
sobre o Brasil naquele programinha da TV americana.
Não mais do que quando você serviu de
GAROTO PROPAGANDA DO BUSH na INVASÃO AO IRAQUE.
Tudo bem que você é viciado em álcool e cocaína
e já foi internado, por vezes,
em clínicas para tratamento
de dependes químicos.
Esse não é o problema.
O problema é que você preferiu a piada em detrimento dos fãs brasileiros.
Que pena Mr. William!!!
18 de nov. de 2009
Tim Burton no MoMa
Se não conseguir o visto a tempo, vai no site do MOMA ou visita a página do TIM BURTON na net, que lógico, é genial.
25 de jun. de 2009
Moonwalk

Vai menino,
Vai andar na lua
Agora és livre
Podes ter a cor que quiseres
Ter os amigos que escolheres
E as paixões que desejares
Vai menino, Vai andar na lua
Tua solidão acabou
Podes correr, rir e voar
Não precisas mais ter medo de nada
Nem de escuro e nem de fantasmas
Vai menino,
Vai andar na lua
Agora estás para sempre
Na terra que sempre desejastes
Vai andar na lua
Agora és livre
Podes ter a cor que quiseres
Ter os amigos que escolheres
E as paixões que desejares
Vai menino, Vai andar na lua
Tua solidão acabou
Podes correr, rir e voar
Não precisas mais ter medo de nada
Nem de escuro e nem de fantasmas
Vai menino,
Vai andar na lua
Agora estás para sempre
Na terra que sempre desejastes
Assinar:
Postagens (Atom)












